Data de publicação: 31-10-2016 00:00:00

Contagem tem gasolina e álcool mais caros da Grande BH

Centro de Integração Empresa Escola de Minas Gerais -  CIEE
Foto: Reprodução Internet
 
Os motoristas que abasteceram os veículos nas últimas semanas já perceberam que a redução do preço da gasolina nas refinarias, anunciado pelo governo federal neste mês, não chegou às bombas dos postos.
 
Seguindo na contramão do que era esperado, os preços dos combustíveis aumentaram, em média, 1,93% na região metropolitana e em Belo Horizonte, conforme apurado por uma pesquisa feita pelo Procon Assembleia, nos últimos dias 26 e 27, em 147 estabelecimentos.
 
De acordo com o órgão de defesa do consumidor, de maneira geral, os combustíveis ficaram, em média, 2,16% mais caros. Um dos motivos alegados pelo mercado para esse aumento foi o reajuste do etanol, que chegou a 10,38%, segundo a pesquisa.
 
O produto é adicionado à gasolina comum na proporção de 27%, portanto, “a redução do preço na refinaria pode ter servido, no máximo, como um atenuante à alta dos combustíveis”, afirma o Procon Assembleia.
 
Em alta
 
Em Contagem, o etanol encareceu 13,51%, o maior aumento dentre as regiões pesquisadas. O preço da gasolina também subiu mais no município do que em Belo Horizonte: 4,01%.
 
Segundo o Procon Assembleia, a variação de preços entre todos os postos verificados chega a até 32,4% para o litro do etanol. O mais barato foi encontrado em um estabelecimento da região Noroeste de BH (R$ 2,466).
 
Para a gasolina comum, a variação entre o mais barato e o mais caro chegou a 18,70%. Já o diesel pode ser encontrado por R$ 2,259 em um posto de Contagem e por R$ 3,995 na região Nordeste da capital, uma variação de 76,85%.
 
“O Procon Assembleia constatou ainda que, em outubro de 2016, o litro do etanol está custando entre 69,5% e 104% do preço cobrado pelo litro da gasolina comum. Para quem tem carro bicombustível essa informação é importante porque, segundo cálculos de especialistas, abastecer com etanol só é vantajoso se essa proporção for inferior a 70%, devido ao maior consumo do combustível derivado da cana. Ou seja, atualmente, praticamente não vale a pena abastecer com etanol. Os postos são obrigados a informar esse percentual em locais visíveis e próximos às bombas de abastecimento”, informa o órgão.
 
O gás natural veicular (GNV) ficou em média 1,28% mais barato e, o diesel, 0,35% mais caro.
 
A pesquisa completa pode ser acessada no site do Procon Assembleia.
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