Data de publicação: 13-01-2009 00:00:00

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Cristiana Aparecida Ferreira e Reinaldo Pacífico de Oliveira Filho

Na madrugada do último sábado, 10.01, o detetive particular Reinaldo Pacífico de Oliveira Filho foi condenado a 14 anos de prisão pelo assassinato da ex-modelo e ex-namorada, Cristiana Aparecida Ferreira, morta há oito anos.

O réu foi acusado de homicídio duplamente qualificado – por motivo torpe e asfixia – e deve aguardar recurso em liberdade. Oliveira também é suspeito de ter modificado a cena do crime.

Relembre o caso

No dia 06 de agosto de 2000, a polícia encontrou o corpo de Cristiana Aparecida em um flat, na Zona Sul de Belo Horizonte. Na época, o inquérito concluiu que a modelo havia suicidado.

Devido ao envolvimento da vítima com figuras políticas e empresariais de Minas Gerais, promotores de justiça resolveram reabrir o caso.

Na agenda e no celular de Cristiana, foram encontrados contatos de deputados, senadores e empresários. O então governador Itamar Franco e o secretário de Estado de Governo, Henrique Hargreaves, Newton Cardoso, o ex-ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia e o antigo presidente da Cemig, Djalma Morais, são alguns dos nomes encontrados.

Sobre a vítima

Cristiana Aparecida Ferreira era de origem simples e morava com os pais em Contagem. No entanto, era vista em gabinetes de secretários e parlamentares de Belo Horizonte e Brasília.

A família acredita que a morte dela tenha sido “queima de arquivo”. Uma testemunha de acusação do caso, diz que a ex-modelo carregava malas de dinheiro para políticos da capital brasileira a capital mineira.

Fontes: O Tempo, Globo.com

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