Data de publicação: 10-01-2020 10:45:00 - Última alteração: 10-01-2020 19:19:49

Após encontrar substância tóxica em cerveja, polícia faz diligências

Zezinho Salão de Beleza & Estética
Foto: Internet/Reprodução
 
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) faz diligências internas nesta sexta-feira (10) e analisa o material que foi apreendido na fábrica de cervejas Backer, em Belo Horizonte. As ações fazem parte da investigação sobre as causas da síndrome desconhecida que já vitimou oito pessoas em Minas Gerais (uma delas morreu).
 
Na última quinta-feira (9), após recolher amostras da bebida nas casas das vítimas, a PCMG informou que foi encontrado dietilenoglicol em duas garrafas da cerveja Belorizontina (lotes L1 1348 e L2 1348). A substância anticongelante é utilizada no processo de refrigeração e, se ingerida, pode provocar os mesmos sintomas apresentados pelos pacientes. Contudo, a corporação ressaltou que o laudo do Instituto de Criminalística ainda é preliminar e que, portanto, é cedo para confirmar a responsabilidade da empresa.
 
Em nota, a Backer afirmou que a “substância não faz parte do processo de produção da cerveja Belorizontina”, mas que, por precaução, os lotes identificados pela PCMG “serão retirados imediatamente de circulação, caso ainda haja algum remanescente no mercado”.
 
A Cervejaria Backer surgiu em 1999 pelas mãos dos irmãos Halim e Munir Khalil Lebbos. A família é tradicional e conhecida em Contagem por atuar nos ramos de entretenimento (sobretudo na década de 90) e de educação.
 
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