Imagens: Redes Sociais
O veículo que transportava 47 passageiros de Pernambuco para São Paulo, pegou fogo na manhã da sexta-feira (9/1), na Rodovia Fernão Dias (BR-381). Todos conseguiram sair a tempo e ninguém ficou ferido.
Um ônibus de turismo que realizava transporte irregular, o chamado de viagem clandestina, pegou fogo na manhã desta sexta-feira (9/1) na Rodovia Fernão Dias (BR-381), no quilômetro 520, na Serra de Igarapé, Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo não possuía documentação regular para a prestação do serviço e os dois motoristas fugiram do local após o início do incêndio.
O ônibus havia saído de Caruaru, em Pernambuco, com destino à cidade de São Paulo, com 47 passageiros, que conseguiram abandonar o veículo a tempo, antes que as chamas se alastrarem. Não houve registro de feridos.
Rodovia interditada e veículo destruído
O incêndio mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, da Autopista Fernão Dias e da PRF.
Para o combate às chamas, foi utilizado um caminhão pipa da Autopista Fernão Dias até a chegada dos Bombeiros, que completaram o trabalho de combate às chamas.
Para garantir a segurança dos usuários da rodovia, foi necessária a interdição total da pista no sentido São Paulo.
Por volta das 13h, uma das faixas ainda permanecia interditada, causando lentidão no trecho.
O ônibus foi completamente consumido pelo fogo. Com a destruição, o ônibus se moveu e desceu um trecho da serra, de ré e em chamas. Por sorte nenhum veículo foi atingido.

Transporte irregular, alerta aos passageiros
Segundo a PRF, o caso será investigado para apurar as responsabilidades, tanto pela irregularidade do transporte quanto pela fuga dos motoristas, que pode configurar infrações administrativas e criminais.
A Polícia Rodoviária Federal reforça a importância de que passageiros verifiquem se o transporte contratado é regularizado, com autorização dos órgãos competentes, especialmente em viagens interestaduais.
O uso de transporte clandestino aumenta os riscos de acidentes, dificulta a fiscalização e pode comprometer a assistência em situações de emergência. Os usuários podem correr riscos de vida.
Fonte: CBMMG

