Polícia investiga 29 casos de síndrome nefroneural em Minas Gerais
Após 21 dias de investigações sobre doença provocada por contaminação de cerveja, que acabou culminando em quatro mortes, mais cinco pessoas foram ouvidas.
Após 21 dias de investigações sobre doença provocada por contaminação de cerveja, que acabou culminando em quatro mortes, mais cinco pessoas foram ouvidas.
Segundo a pasta, notificações feitas não se enquadram nos critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde. Resultados dos testes, no entanto, não foram revelados.
Paciente relatou que não esteve na região de Wuhan, na China, onde foram registrados casos de transmissão ativa da doença. Caso segue sendo investigado.
Agência já determinou o recolhimento total de quatro lotes produzidos pela cervejaria, por testarem positivo para a contaminação com a substância tóxica dietilenoglicol.
Quatro pessoas foram ouvidas pela Polícia Civil nesta segunda-feira em Belo Horizonte. Delegado que preside o inquérito pediu exumação do corpo da mulher que morreu em Pompéu.
Imagens podem reforçar hipótese de que empresa tenha sido alvo de sabotagem. Corporação disse que não pode dar detalhes sobre as imagens para não atrapalhar as investigações.
Investigações acerca da intoxicação levaram a Polícia Civil ao galpão da empresa de produtos químicos responsável por fornecer monoetilenoglicol para a Cervejaria Backer.
Polícia Civil de Minas Gerais confirmou, nesta quinta-feira, terceira morte associada à intoxicação por dietilenoglicol. Trata-se de um homem de 89 anos, morador da capital mineira.
Vestígios do dietilenoglicol já foram encontrados no sangue de vários pacientes, em vasilhames lacrados de três lotes da cerveja Belorizontina e na linha de produção da fábrica da Backer.
Vestígios de dietilenoglicol teriam sido encontrados no lote L2 1354, no qual peritos também identificaram vestígios de uma segunda substância, o monoetilenoglicol.